A primeira das
sete aeronaves, que voavam em linha, era o helicóptero de transporte pilotado
por Steve. Na parte traseira, 30 atentos soldados aguardavam o pouso e desembarque,
geralmente realizado sem grandes alterações. Naquele dia, as coisas sairiam
diferentes.
Quando Steve percebeu,
as primeiras rajadas atingiam sua aeronave. As partes de vidro cederam e alguns
projéteis transpassaram o corpo do co-piloto Mayer, levando-o a óbito. Estilhaços
ainda feriram Steve na mão e no rosto enquanto manobrava o lento CH-53, fugindo
da chuva de tiros de variados calibres, que castigavam a fuselagem e faziam a
blindagem resistir a duras penas.
O bipe de
emergência soou dentro da cabine e a luz vermelha se acendeu. Indicavam falhas
nos sistemas auxiliares e os curto-circuitos tomando o painel principal. Na sequência,
a perda de potência do motor causada pelo rompimento das mangueiras de óleo e
água. Havia fumaça tanto fora, quanto dentro da aeronave. O voo se tornou
irregular.
Ferido e
sangrando, Steve suava, tentando controlar a aeronave. Sobre a densa floresta viu
um vão onde tentaria um pouso forçado. Mas o helicóptero pendeu de uma vez para
baixo, e em seguida retomou. Esse movimento desordenado o desviou de um míssil que
passou rente à fuselagem, errando o alvo.
Na parte traseira muita
fumaça e confusão, os soldados sacudiam e eram atingidos por objetos lançados
de um lado para o outro.
Na cabine o piloto
se esforçava para realizar seu último intento, ainda sob a chuva de projéteis,
mas quando o segundo míssil veio em sua direção e atingiu a cauda do helicóptero, cair foi tudo o que restou...

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